Quem tá quebrado:
1) não faz festa pra imprensa;
2) não contrata artista famoso para cantar no círio;
3) não mantém um número excessivo de executivos com altíssimos salários;
4) não realiza festa para os piores da Amazônia, com tudo pago, passagens, hospedagens, passeios e outras cositas mais, tudo com direito a acompanhante;
5) não contrata consultorias carissimas para efetuar algo que poderia ser feito por empregados do banco;
6) não mantém carro com motorista para todos os diretores;
7) não gasta uma fortuna com a mídia;
8) não realiza gastos desnecessários com festas de fim de ano, contratando bandas nacionais para tocar;
Enfim.....
São dois bancos: o da diretoria e de seus gerentes executivos, com salários de fazer inveja a qualquer funcionário público e o banco dos analistas de salários inferiores aos praticados no mercado.
Enquanto isso não for resolvido, o banco não sairá dessa situação paredista vexatória.
O pior, temos 3 diretores que são do quadro técnico do banco, portanto, conhecedores dessa realidade, mas quando passam para o outro lado esquecem suas origens.
Espero vê-los na letra novamente para sentirem o peso do arrependimento ou da incompetência.
Tal qual esses gerentes executivos que perderam a função e tem que voltar a andar nos elevadores dos pobres mortais. Eles entram todos cabisbaixo, constrangidos e envergonhados.
O primeiro passo para resolver um problema é admitir que ele existe.
É preciso contar na carne, reduzindo o número de caciques.
Pensem nisso.
1) não faz festa pra imprensa;
2) não contrata artista famoso para cantar no círio;
3) não mantém um número excessivo de executivos com altíssimos salários;
4) não realiza festa para os piores da Amazônia, com tudo pago, passagens, hospedagens, passeios e outras cositas mais, tudo com direito a acompanhante;
5) não contrata consultorias carissimas para efetuar algo que poderia ser feito por empregados do banco;
6) não mantém carro com motorista para todos os diretores;
7) não gasta uma fortuna com a mídia;
8) não realiza gastos desnecessários com festas de fim de ano, contratando bandas nacionais para tocar;
Enfim.....
São dois bancos: o da diretoria e de seus gerentes executivos, com salários de fazer inveja a qualquer funcionário público e o banco dos analistas de salários inferiores aos praticados no mercado.
Enquanto isso não for resolvido, o banco não sairá dessa situação paredista vexatória.
O pior, temos 3 diretores que são do quadro técnico do banco, portanto, conhecedores dessa realidade, mas quando passam para o outro lado esquecem suas origens.
Espero vê-los na letra novamente para sentirem o peso do arrependimento ou da incompetência.
Tal qual esses gerentes executivos que perderam a função e tem que voltar a andar nos elevadores dos pobres mortais. Eles entram todos cabisbaixo, constrangidos e envergonhados.
O primeiro passo para resolver um problema é admitir que ele existe.
É preciso contar na carne, reduzindo o número de caciques.
Pensem nisso.
