Prezados,
Estamos no período do nosso dissídio, se não nos manifestarmos agora e lutarmos por melhores condições de trabalho, perderemos a oportunidade legal de fazermos nossas reivindicações.
Se o Banco nos apresentasse uma boa proposta desde o início das negociações, não teríamos um porquê de fazer greve. Eu sempre fiz greve, mas nunca tive este instrumento legal como um objetivo principal, sempre tratei a greve como última alternativa, porém o Banco só nos concede avanços nas negociações quando iniciamos o movimento de greve.
Precisamos ter consciência coletiva, se todos empregados fizessem greve, no outro dia o Banco seria bem mais flexível nas negociações. Algo difícil de acontecer, porém quanto maior participação no movimento mais pressão na diretoria do Banco.
Agora, tem colega que sabe trabalhar, que pode se valorizar pelo seu lado profissional, porém se acovarda neste momento para se manter na função, agradando seu gerente ao não fazer greve, algo que é "vergonhoso".
Este é o momento sim de se fazer greve, caso necessário. O Banco não vai garantir a perenidade da instituição achatando o salário e benefício de seu corpo funcional, aliás nossos salários já estão mais que achatados.
Fica uma crítica também, esperarmos trinta meses (creio que seja esse o prazo) para corrigirmos um Plano de Cargos e Salários defasado, é brincadeira, a gente morre e não se implementa um novo Plano de cargos e Salários.
Enfim: greve é um instrumento de reivindicação, amparado na Constituição Federal, não queiram desmerecer esta forma de luta dos trabalhadores.
Greve neles companheiros!
Estamos no período do nosso dissídio, se não nos manifestarmos agora e lutarmos por melhores condições de trabalho, perderemos a oportunidade legal de fazermos nossas reivindicações.
Se o Banco nos apresentasse uma boa proposta desde o início das negociações, não teríamos um porquê de fazer greve. Eu sempre fiz greve, mas nunca tive este instrumento legal como um objetivo principal, sempre tratei a greve como última alternativa, porém o Banco só nos concede avanços nas negociações quando iniciamos o movimento de greve.
Precisamos ter consciência coletiva, se todos empregados fizessem greve, no outro dia o Banco seria bem mais flexível nas negociações. Algo difícil de acontecer, porém quanto maior participação no movimento mais pressão na diretoria do Banco.
Agora, tem colega que sabe trabalhar, que pode se valorizar pelo seu lado profissional, porém se acovarda neste momento para se manter na função, agradando seu gerente ao não fazer greve, algo que é "vergonhoso".
Este é o momento sim de se fazer greve, caso necessário. O Banco não vai garantir a perenidade da instituição achatando o salário e benefício de seu corpo funcional, aliás nossos salários já estão mais que achatados.
Fica uma crítica também, esperarmos trinta meses (creio que seja esse o prazo) para corrigirmos um Plano de Cargos e Salários defasado, é brincadeira, a gente morre e não se implementa um novo Plano de cargos e Salários.
Enfim: greve é um instrumento de reivindicação, amparado na Constituição Federal, não queiram desmerecer esta forma de luta dos trabalhadores.
Greve neles companheiros!
