Ou o Banco da Amazônia acaba com o gigantismo da matriz ou o gigantismo da matriz inviabilizará o Banco da Amazônia.
E aqui na matriz, senhores diretores, será que ficará tudo como dantes no quartel de Abrantes ? É, porque se tem um setor do banco que precisa passar por um sério processo de reestruturação para torná-lo mais eficiente e produtivo, com certeza esse setor é a matriz, essa verdadeira caixa preta do Banco da Amazônia. Como se pode conceber em pleno século XXI, onde a tecnologia simplifica a realização de várias tarefas que outrora eram realizadas por diversas pessoas, um banco carregue uma matriz botando gente pelo ladrão, afrontando o que vem acontecendo há muito tempo no setor bancário, onde a tecnologia simplificou e agilizou a rotina bancária faz é tempo? Não existe no universo bancário brasileiro uma matriz com 18 andares apinhada de gente, com tecnologia ultrapassada, com um sem número de gerências e coordenadorias que poderiam ser reduzidas pela metade, com outros tantos consultores e assessores que não têm razão de existir. Conforme o tempo passa, mais claro e urgente vai ficando que medidas sérias e corajosas devem ser tomadas para evitar a inviabilidade econômico-financeira da instituição e quanto mais se protela essas medidas mais desgradáveis elas vão se tornando.
E aqui na matriz, senhores diretores, será que ficará tudo como dantes no quartel de Abrantes ? É, porque se tem um setor do banco que precisa passar por um sério processo de reestruturação para torná-lo mais eficiente e produtivo, com certeza esse setor é a matriz, essa verdadeira caixa preta do Banco da Amazônia. Como se pode conceber em pleno século XXI, onde a tecnologia simplifica a realização de várias tarefas que outrora eram realizadas por diversas pessoas, um banco carregue uma matriz botando gente pelo ladrão, afrontando o que vem acontecendo há muito tempo no setor bancário, onde a tecnologia simplificou e agilizou a rotina bancária faz é tempo? Não existe no universo bancário brasileiro uma matriz com 18 andares apinhada de gente, com tecnologia ultrapassada, com um sem número de gerências e coordenadorias que poderiam ser reduzidas pela metade, com outros tantos consultores e assessores que não têm razão de existir. Conforme o tempo passa, mais claro e urgente vai ficando que medidas sérias e corajosas devem ser tomadas para evitar a inviabilidade econômico-financeira da instituição e quanto mais se protela essas medidas mais desgradáveis elas vão se tornando.
