José Roberto, seu caso, concretamente, demonstra muito bem a situação aflitiva que todos nós, empregados do Banco, estamos vivendo com o descalabro por que ora passam a CASF e a CAPAF, independentemente se a elas somos ou não ligados. Caro GFM, vamos orar para que vc nã precise passar pela mesma situação do Roberto. JOÃO, concordo com vc: SEJAMOS ATORES E NÃO APENAS TORCEDORES. SE FOR PRECISO UMA GREVE, QUE ESTEJAMOS TODOS JUNTOS, LÁ, NO "FRONT DE BATALHA", porque agora não há mais privilegiados, salvo aqueles que ocupam seus (?) cargos de gestão e contam com seus "padrinhos" fortes e/ou tenham condição financeira independente e confortável. NÃO TEMAMOS, POIS DEUS ESTÁ CONOSCO E NOS PROTEGERÁ SEMPRE! AEBA e AABA, NÃO DESANIMEM, NÃO RECEEM, SIGAMOS EM FRENTE, JUNTOS! Abraço a todos.
