esse negócio também de voltar ao seu foco original é balela, somos um Banco e não "agencinha de fomento".
além de má gestão na execução do planejamento estratégico do Banco, dentre os problemas mais graves está a cultura da organização. Enquanto os setores de análise e comercial na matriz do Banco mantiverem a postura retrógrada de que o Banco presta favor a sociedade ou de que o cliente "vem pedir dinheiro ao Banco, seremos um o Banco desalinhado do contexto atual. Cliente nenhum vem pedir dinheiro ao Banco, o cliente vem fazer negócio! o cliente vem comprar o nosso produto que é o crédito.
Hoje o Banco é extremamente centralizador, gerente, gr ou supervisor não tem autonomia para nada, para operações elementares de cheque especial ou empréstimo pessoal, a um processo excessivo. totalmente diferente de como o mercado atua. É impressionante como muitas vezes um empresário de grande porte tem mais dificuldade para pegar um de R$ 15.000,00 do que um autônomo, simplesmente por teu um processo cadastral e de análise moroso e burocrático, é um grande paradoxo do mercado bancário.
Não vejo esse foco todo no mercado comercial, como estão pregando. No próprio acordo de trabalho os maiores pesos são aplicações no pronaf, MPE, contratação e liberação fomento. O que tá acontecendo é na verdade é uma excessiva burocratização no nosso Banco, o Banco não tá fazendo negócios, cumprir o checklist do Banco especialmente os de propostas de fomento está extremamente difícil. seja para o grande empresário seja para micro e pequeno; como falei, enquanto, os setores de análise (especialmente os analistas), comercial e normas na matriz, continuaram com a cultura retrógrada de que o Banco presta um favor a sociedade e que o cliente vem pedir dinheiro ao Banco, a burocracia e a centralização perpetuará, as agência continuarão sem ferramentas para fechar negócios, e como resultado liquidação, incorporação, demissões, etc
além de má gestão na execução do planejamento estratégico do Banco, dentre os problemas mais graves está a cultura da organização. Enquanto os setores de análise e comercial na matriz do Banco mantiverem a postura retrógrada de que o Banco presta favor a sociedade ou de que o cliente "vem pedir dinheiro ao Banco, seremos um o Banco desalinhado do contexto atual. Cliente nenhum vem pedir dinheiro ao Banco, o cliente vem fazer negócio! o cliente vem comprar o nosso produto que é o crédito.
Hoje o Banco é extremamente centralizador, gerente, gr ou supervisor não tem autonomia para nada, para operações elementares de cheque especial ou empréstimo pessoal, a um processo excessivo. totalmente diferente de como o mercado atua. É impressionante como muitas vezes um empresário de grande porte tem mais dificuldade para pegar um de R$ 15.000,00 do que um autônomo, simplesmente por teu um processo cadastral e de análise moroso e burocrático, é um grande paradoxo do mercado bancário.
Não vejo esse foco todo no mercado comercial, como estão pregando. No próprio acordo de trabalho os maiores pesos são aplicações no pronaf, MPE, contratação e liberação fomento. O que tá acontecendo é na verdade é uma excessiva burocratização no nosso Banco, o Banco não tá fazendo negócios, cumprir o checklist do Banco especialmente os de propostas de fomento está extremamente difícil. seja para o grande empresário seja para micro e pequeno; como falei, enquanto, os setores de análise (especialmente os analistas), comercial e normas na matriz, continuaram com a cultura retrógrada de que o Banco presta um favor a sociedade e que o cliente vem pedir dinheiro ao Banco, a burocracia e a centralização perpetuará, as agência continuarão sem ferramentas para fechar negócios, e como resultado liquidação, incorporação, demissões, etc
