A análise do Tantas Emoções (para simplificar) é perfeitamente compreensível sob o foco de uma visão rasa e imediatística.
Ocorre que um plano de cargos e salários não pode ser pensado como um instrumento necessariamente capaz de aumentar a remuneração do empregado. Ele apenas tem a obrigação de estabelecer as atribuições do empregado e definir a justa remuneração do trabalho realizado. Não tem compromisso com a longevidade do empregado na empresa e uma continuada evolução do patamar remuneratório. Fosse assim, ninguém se aposentaria para garantir, até o final da vida, uma evolução automática da remuneração pelo trabalho, ainda que inversamente proporcional a uma inexorável redução da capacidade contributiva do empregado, consequência natural da simples redução das suas condições físicas, orgânicas e até psicológicas que caracterizam a senilidade natural do ser humano.
O grande problema a ser resolvido no BASA não é um novo PCCS, a não ser com o propósito de adequar a organização às mutações que o tempo lhe impõe com a reciclagem dos seus próprios modelos de gestão, de negócios e mesmo dos procedimentos mais ajustados aos seus objetivos. O problema é, tão somente a questão SALÁRIO que ao longo do tempo vem sendo corroído de forma cruel e desumana, não pela insensibilidade ou perfil masoquesta desse ou daquele gestor, mas pelas suas incapacidades de estabelecer dinâmicas de produtividade compatíveis com as exigências do mercado em que se atua.
Sem que tenhamos uma nova visão de negócios onde possamos ocupar espaços, nada há que se possa fazer. Historicamente, saímos da era Banco da Borracha para a era Banco de Desenvolvimento Regional por exigências contingenciais sabiamente visualizadas pelos gestões de então. Contudo,agora, não sabemos os rumos a serem prospectados quando certo estamos de que a era Banco de Desenvolvimento Regional já está virtualmente saturada. E não enxergamos qual o nosso futuro.
Certo é que um novo PCCS não se fará eficaz se não o elaborado com vistas a uma nova visão de negócios a ser adotada pelo Banco.
Se não tratarmos a questão de forma inteligentemente adequada, melhor rendermo-nos a evidência de que, em breve, desapareceremos e, nesse caso, quem dera se fagocitados pela temida incorporação pelo BB ou coisa parecida.
Ocorre que um plano de cargos e salários não pode ser pensado como um instrumento necessariamente capaz de aumentar a remuneração do empregado. Ele apenas tem a obrigação de estabelecer as atribuições do empregado e definir a justa remuneração do trabalho realizado. Não tem compromisso com a longevidade do empregado na empresa e uma continuada evolução do patamar remuneratório. Fosse assim, ninguém se aposentaria para garantir, até o final da vida, uma evolução automática da remuneração pelo trabalho, ainda que inversamente proporcional a uma inexorável redução da capacidade contributiva do empregado, consequência natural da simples redução das suas condições físicas, orgânicas e até psicológicas que caracterizam a senilidade natural do ser humano.
O grande problema a ser resolvido no BASA não é um novo PCCS, a não ser com o propósito de adequar a organização às mutações que o tempo lhe impõe com a reciclagem dos seus próprios modelos de gestão, de negócios e mesmo dos procedimentos mais ajustados aos seus objetivos. O problema é, tão somente a questão SALÁRIO que ao longo do tempo vem sendo corroído de forma cruel e desumana, não pela insensibilidade ou perfil masoquesta desse ou daquele gestor, mas pelas suas incapacidades de estabelecer dinâmicas de produtividade compatíveis com as exigências do mercado em que se atua.
Sem que tenhamos uma nova visão de negócios onde possamos ocupar espaços, nada há que se possa fazer. Historicamente, saímos da era Banco da Borracha para a era Banco de Desenvolvimento Regional por exigências contingenciais sabiamente visualizadas pelos gestões de então. Contudo,agora, não sabemos os rumos a serem prospectados quando certo estamos de que a era Banco de Desenvolvimento Regional já está virtualmente saturada. E não enxergamos qual o nosso futuro.
Certo é que um novo PCCS não se fará eficaz se não o elaborado com vistas a uma nova visão de negócios a ser adotada pelo Banco.
Se não tratarmos a questão de forma inteligentemente adequada, melhor rendermo-nos a evidência de que, em breve, desapareceremos e, nesse caso, quem dera se fagocitados pela temida incorporação pelo BB ou coisa parecida.
