São Luís, 11 de junho de 2014.
AMEAÇAS NÃO RESOLVEM PROBLEMAS:
Prezados,
Mais produtivo e mais benéfico para o Banco da Amazônia, tanto do ponto de vista financeiro quanto à imagem, é uma melhoria de tratamento relacionado aos direitos dos empregados. Vejamos dois exemplos recentes, vinculados ao mesmo assunto, PLR. Em 2011, o BASA ajuizou dissídio coletivo no TST, objetivando acabar com a greve dos bancários sem atender as reivindicações da categoria. O TST decidiu que o banco pagaria uma PLR de 9,25% sobre o lucro. O banco procedeu de forma divergente disso e, consequentemente, o SEEB-MA ajuizou ação buscando a reparação. Resultado: Ação transitou em julgado e a Justiça determinou o pagamento na forma correta, ou seja 9,25% do lucro daquele ano. Neste sentido, em 24.04.14, o SEEB-MA protocolou Ofício pedido a solução do assunto. Até hoje, o banco não atendeu. Em 2013, repetiu-se o filme, quase que integralmente. Greve, não atendimento das reivindicações, pagamento de PLR divergente do que foi acordado. Outro ofício encaminhado ao banco, também em 24 de abril último, sem resposta. Consequência: Ajuizamento de nova ação reparadora. Moral da história: Entra e sai presidente e o tratamento dispensado aos empregados é o mesmo. O que querem dos trabalhadores? É o silêncio, a omissão, a submissão, a subserviência?
Raimundo N. Costa
AMEAÇAS NÃO RESOLVEM PROBLEMAS:
Prezados,
Mais produtivo e mais benéfico para o Banco da Amazônia, tanto do ponto de vista financeiro quanto à imagem, é uma melhoria de tratamento relacionado aos direitos dos empregados. Vejamos dois exemplos recentes, vinculados ao mesmo assunto, PLR. Em 2011, o BASA ajuizou dissídio coletivo no TST, objetivando acabar com a greve dos bancários sem atender as reivindicações da categoria. O TST decidiu que o banco pagaria uma PLR de 9,25% sobre o lucro. O banco procedeu de forma divergente disso e, consequentemente, o SEEB-MA ajuizou ação buscando a reparação. Resultado: Ação transitou em julgado e a Justiça determinou o pagamento na forma correta, ou seja 9,25% do lucro daquele ano. Neste sentido, em 24.04.14, o SEEB-MA protocolou Ofício pedido a solução do assunto. Até hoje, o banco não atendeu. Em 2013, repetiu-se o filme, quase que integralmente. Greve, não atendimento das reivindicações, pagamento de PLR divergente do que foi acordado. Outro ofício encaminhado ao banco, também em 24 de abril último, sem resposta. Consequência: Ajuizamento de nova ação reparadora. Moral da história: Entra e sai presidente e o tratamento dispensado aos empregados é o mesmo. O que querem dos trabalhadores? É o silêncio, a omissão, a submissão, a subserviência?
Raimundo N. Costa
