Discordo da dicotomia técnica x política do colega “RESULTADO DA ELEIÇÃO NA CASF – TÉCNICO X POLÍTICO”. Nem essa caracterização Fiock “técnico” e Silvio “político” não cai bem.
Para quem conhece um pouco o Silvio sabe muito bem do seu conhecimento do assunto CASF,. Não do aspecto meramente administrativo, haja vista não ser diretor e, sim, conselheiro, mas do conhecimento da linha geral, do rumo, do diagnóstico e das propostas de solução à CASF.
Outra, o Fiock é um conhecedor da CASF e optou por uma política para ela, daí seus aliados representarem essa política. Sua opção de destino para CASF expressam suas alianças políticas.
Não existe uma separação entre o técnico e o político. Isso não passa de uma empulhação de “tecnocratas” que querem esconder determinadas políticas.
Mais, a solução do problema CASF é político: A VOLTA DO PATROCÍNIO.
Não existe solução de gestão para uma instituição frágil dentro de um ambiente de crise. Leiam a matéria de capa da revista “Época” da semana passada, ou o texto de minha autoria publicado pela AEBA.
Existe uma crise no sistema de saúde complementar, nem a UNIMED está resistindo a ela. A CASF é frágil dentro dessa crise e só a volta do patrocínio pode salvá-la.
Medidas de gestão podem ajudar a suportar a permanência da CSF na crise, mas não salvá-la dela.
Acredito plenamente nos propósitos da nova diretoria, no preparo político, técnico e moral da nova diretoria, mas a solução está nas mãos dos empregados do banco, na luta, exigindo a volta da participação.
Para quem conhece um pouco o Silvio sabe muito bem do seu conhecimento do assunto CASF,. Não do aspecto meramente administrativo, haja vista não ser diretor e, sim, conselheiro, mas do conhecimento da linha geral, do rumo, do diagnóstico e das propostas de solução à CASF.
Outra, o Fiock é um conhecedor da CASF e optou por uma política para ela, daí seus aliados representarem essa política. Sua opção de destino para CASF expressam suas alianças políticas.
Não existe uma separação entre o técnico e o político. Isso não passa de uma empulhação de “tecnocratas” que querem esconder determinadas políticas.
Mais, a solução do problema CASF é político: A VOLTA DO PATROCÍNIO.
Não existe solução de gestão para uma instituição frágil dentro de um ambiente de crise. Leiam a matéria de capa da revista “Época” da semana passada, ou o texto de minha autoria publicado pela AEBA.
Existe uma crise no sistema de saúde complementar, nem a UNIMED está resistindo a ela. A CASF é frágil dentro dessa crise e só a volta do patrocínio pode salvá-la.
Medidas de gestão podem ajudar a suportar a permanência da CSF na crise, mas não salvá-la dela.
Acredito plenamente nos propósitos da nova diretoria, no preparo político, técnico e moral da nova diretoria, mas a solução está nas mãos dos empregados do banco, na luta, exigindo a volta da participação.
