Denúncia:
Senhores representantes dos empregados do Banco da Amazônia.
Venho por meio desta, trazer a público o que está ocorrendo na Superintendência do Amazonas.
Estamos em plena "Campanha" de Vendas de Títulos de Capitalização. Digo "Campanha" entre aspas, porque é o goela abaixo descarado disfarçado de ação de vendas.
Eu, particularmente, estou me sentindo como se um funcionário da ICATU Capitalização fosse, e não empregado do Banco da Amazônia.
Estamos sendo pessoalmente pressionados pelo Superintendente do Amazonas (via e-mail, whats app, telefone e outros meios existentes) a praticar a repudiável venda casada. Propostas de financiamento que sobem para a Superintendência sem uma casadinha, são deixadas de lado, dando preferência a outras.
Quando digo estamos, me refiro aos gerentes de relacionamento, os supervisores de atendimento, gerentes gerais, etc.
A frase mais comum pronunciada pelo querido Superintendente é a seguinte: "Negócio sem negócio, não há negócio. "A interpretação fica a critério do sindicato e demais órgãos apuradores.
Nos interiores, somos obrigados a vender títulos de valores absurdos. Parcelas de valores superiores ao da parcela do financiamento, a título de "reciprocidade".
Aonde vamos parar desse jeito?
Entrem em contato com os gestores e clientes. Entrevistem-nos "em off", e nos ajude a dar um fim nesta palhaçada!
Precisamos levar isso a conhecimento do Ministério Público! E com certeza, faremos!
Comissão de ética!! Cadê vocês???
AEBA?
Alôôôô!!!
Entrevistem os colegas das unidades e comprovem o que estou falando. Não quero me expor, por questões óbvias.
Senhores representantes dos empregados do Banco da Amazônia.
Venho por meio desta, trazer a público o que está ocorrendo na Superintendência do Amazonas.
Estamos em plena "Campanha" de Vendas de Títulos de Capitalização. Digo "Campanha" entre aspas, porque é o goela abaixo descarado disfarçado de ação de vendas.
Eu, particularmente, estou me sentindo como se um funcionário da ICATU Capitalização fosse, e não empregado do Banco da Amazônia.
Estamos sendo pessoalmente pressionados pelo Superintendente do Amazonas (via e-mail, whats app, telefone e outros meios existentes) a praticar a repudiável venda casada. Propostas de financiamento que sobem para a Superintendência sem uma casadinha, são deixadas de lado, dando preferência a outras.
Quando digo estamos, me refiro aos gerentes de relacionamento, os supervisores de atendimento, gerentes gerais, etc.
A frase mais comum pronunciada pelo querido Superintendente é a seguinte: "Negócio sem negócio, não há negócio. "A interpretação fica a critério do sindicato e demais órgãos apuradores.
Nos interiores, somos obrigados a vender títulos de valores absurdos. Parcelas de valores superiores ao da parcela do financiamento, a título de "reciprocidade".
Aonde vamos parar desse jeito?
Entrem em contato com os gestores e clientes. Entrevistem-nos "em off", e nos ajude a dar um fim nesta palhaçada!
Precisamos levar isso a conhecimento do Ministério Público! E com certeza, faremos!
Comissão de ética!! Cadê vocês???
AEBA?
Alôôôô!!!
Entrevistem os colegas das unidades e comprovem o que estou falando. Não quero me expor, por questões óbvias.
