OS SALÁRIOS DO BASA SÃO OS MENORES DE TODOS OS BANCOS, INCLUSIVE DOS PRIVADOS.
Os salários no BASA, de um modo geral, são os menores dentre todos os bancos, inclusive dos privados. Para que se tenha ideia dessa situação, o BASA chamou para admissão, em relação ao último concurso realizado, cerca de 800 aprovados. Desse total, aproximadamente 600 pediram demissão pelo salário irrisório estabelecido, estando os demais em busca de oportunidades mais compensadoras e logo logo sairão do BASA. Para que os salários do BASA sejam equiparados aos do Banco do Brasil, Caixa e Banco do Nordeste, há necessidade de um reajuste em torno de 50%, com um detalhe, os salários daqueles bancos estão bastante defasados, conforme reclamação geral de seus empregados. Então, conclui-se que os empregados do BASA estão sendo tratados como lixo no cenário nacional bancário.
O BASA não quer aceitar reajuste já sinalisado pela categoria em torno de apenas 12,5% e se recusa a reajustar o reembolso saúde, congelado há quase três anos, não tendo aceitado proposta da ministra do TST em reajustar o reemboldo nos irrisórios 9%.
O reembolso saúde adquire importância capital nesse contexto pois, não havendo reajuste, a remuneração total, na verdade, é rebaixada, podendo até chegar ao ponto de se reduzir draticamente, se comnparada com a remuneração atual.
Observem o meu caso: em apenas 2 anos (maio de 2009 a maio de 2011), a minha contribuição ao plano de saúde reajustou nos incríveis 246%. A contribuição reajusta todo ano, com base nos ditames da ANS, porém, como o BASA não reajusta o reembolso, essa diferença fica cargo do associado.
Esta greve, considerada legal pela Justiça, não é apenas por reajuste salarial, mas sobretudo por dignidade e respeito que os empregados do BASA merecem, estando em jogo, inclusive, a manutenção e perenidade da Instituição como órgão indutor do desenvolvimento sustentável na floresta amazônica, cobiçada internacionalmente.
A GREVE É JUSTÍSSIMA E DEVE CONTINUAR ATÉ A ÚLTIMA INSTÂNCIA DE LUTA.
Os salários no BASA, de um modo geral, são os menores dentre todos os bancos, inclusive dos privados. Para que se tenha ideia dessa situação, o BASA chamou para admissão, em relação ao último concurso realizado, cerca de 800 aprovados. Desse total, aproximadamente 600 pediram demissão pelo salário irrisório estabelecido, estando os demais em busca de oportunidades mais compensadoras e logo logo sairão do BASA. Para que os salários do BASA sejam equiparados aos do Banco do Brasil, Caixa e Banco do Nordeste, há necessidade de um reajuste em torno de 50%, com um detalhe, os salários daqueles bancos estão bastante defasados, conforme reclamação geral de seus empregados. Então, conclui-se que os empregados do BASA estão sendo tratados como lixo no cenário nacional bancário.
O BASA não quer aceitar reajuste já sinalisado pela categoria em torno de apenas 12,5% e se recusa a reajustar o reembolso saúde, congelado há quase três anos, não tendo aceitado proposta da ministra do TST em reajustar o reemboldo nos irrisórios 9%.
O reembolso saúde adquire importância capital nesse contexto pois, não havendo reajuste, a remuneração total, na verdade, é rebaixada, podendo até chegar ao ponto de se reduzir draticamente, se comnparada com a remuneração atual.
Observem o meu caso: em apenas 2 anos (maio de 2009 a maio de 2011), a minha contribuição ao plano de saúde reajustou nos incríveis 246%. A contribuição reajusta todo ano, com base nos ditames da ANS, porém, como o BASA não reajusta o reembolso, essa diferença fica cargo do associado.
Esta greve, considerada legal pela Justiça, não é apenas por reajuste salarial, mas sobretudo por dignidade e respeito que os empregados do BASA merecem, estando em jogo, inclusive, a manutenção e perenidade da Instituição como órgão indutor do desenvolvimento sustentável na floresta amazônica, cobiçada internacionalmente.
A GREVE É JUSTÍSSIMA E DEVE CONTINUAR ATÉ A ÚLTIMA INSTÂNCIA DE LUTA.
