Entendo que o problema do banco da Amazônia não se trata apenas de gestão errônea, mas de uma cultura centralizada no povo de Belém, que adora fofocas em vez de trabalho, tem um bando de parasitas aposentados com idéias retrogradas e ultrapassadas, abrem a boca dizendo que amam o banco, mas na primeira oportunidade metem na justiça e querem encher o bolso. Existe uma lista de pais e mães de família da relação do concurso esperando a oportunidade para somar. A criação de cabides de emprego para puxa sacos como Luiz Lourenço, que é o maior puxa saco e o prisma do caminho de fracasso que a instituição vem seguindo são apenas uma das pedras do banco. Sr. Presidente, Não confie em ninguém ao seu redor...faça gestão, mande para casa os Parasitas aposentados, valorize seus novos talentos, troque seus gestores pois o não adianta mudar só de carteira, coloque gente com novas idéias e tire o gestores burros e improdutivos como os segmentos e as secretarias executivas...palmas para o Senhor em exterminar os supervisores, nunca vi nenhuma finalidade nessas funções, pois não faziam nada e ganham muito bem......assim como o banco precisa cortar em dois terços a quantidade de coordenadores pois se queremos nos tornar competitivos temos que fundir coordenadorias, diminuir o número de coordenadores e gerentes e exterminar com as secretárias executivas e em relação aos aposentados ou parasitas faça a assepsia e arranque os carrapatos do banco, coloque metas acordo de trabalho pois não são melhor que ninguém...faça provas aos invés de avaliação e daí separaremos os quem tem conhecimento de que só leva no papo.
