Também concordo que a melhor alternativa para que tenhamos uma CASF ao nível dos nossos sonhos passa pela retomada do patrocínio do Banco. A pergunta que não quer calar e saber como conseguir isso.
Só a Chapa 2 pode explicar. E conforme a exposição do Madison na Agência do Reduto, também ele sabe dessa dificuldade, mas acredita que uma ampla negociação com o Banco, assumida em elevado padrão de comportamento profissional dos interlocutores e embasada em premissas técnicas de alto nível e talvez contando com o respaldo de influências políticas de peso, isso poderá ser viável. Em ultimo caso, afirmou o Madison que à frente da Diretoria Executiva e contando com um Conselho Deliberativo comprometido com os interesses da coletividade, assim como com o Conselho de Usuários que pretende criar, não hesitará quanto a judicialização do propósito, na simples busca da isonomia de tratamento entre os empregados da maioria das estatais brasileiras, dentre elas o Banco do Brasil, a Petrobrás, os Correios e porque não dizer a Caixa Econômica, dentre outras, que continuam patrocinado os planos de saúde dos seus empregados, conquanto em 9.
Madissom disse ainda que essa é a solução ideal, com o que certamente concordamos. Mas se tal não acontecer, restará a consecução das demais propostas pautadas no projeto da Chapa 2, visando, sobretudo, conter a evasão de participantes e reestruturar os planos atuais para torná-los atrativos ao contingente de empregados do Banco que hoje participam do outros planos de saúde, bem como promover a abertura seletiva dos planos, tal como já previsto no Estatuto Social em vigor.
Só a Chapa 2 pode explicar. E conforme a exposição do Madison na Agência do Reduto, também ele sabe dessa dificuldade, mas acredita que uma ampla negociação com o Banco, assumida em elevado padrão de comportamento profissional dos interlocutores e embasada em premissas técnicas de alto nível e talvez contando com o respaldo de influências políticas de peso, isso poderá ser viável. Em ultimo caso, afirmou o Madison que à frente da Diretoria Executiva e contando com um Conselho Deliberativo comprometido com os interesses da coletividade, assim como com o Conselho de Usuários que pretende criar, não hesitará quanto a judicialização do propósito, na simples busca da isonomia de tratamento entre os empregados da maioria das estatais brasileiras, dentre elas o Banco do Brasil, a Petrobrás, os Correios e porque não dizer a Caixa Econômica, dentre outras, que continuam patrocinado os planos de saúde dos seus empregados, conquanto em 9.
Madissom disse ainda que essa é a solução ideal, com o que certamente concordamos. Mas se tal não acontecer, restará a consecução das demais propostas pautadas no projeto da Chapa 2, visando, sobretudo, conter a evasão de participantes e reestruturar os planos atuais para torná-los atrativos ao contingente de empregados do Banco que hoje participam do outros planos de saúde, bem como promover a abertura seletiva dos planos, tal como já previsto no Estatuto Social em vigor.
