O financiamento de uma nova sede própria para a CASF, pelo FNO, não será favor. A CASF é uma empresa como outra qualquer que atuando no ramo da saúde, já foram atendidas pelo FNO.
E o que sabemos é que esse projeto de nova sede é assunto pautado, há bastante tempo, por certo senhor que já lançou a confirmação do seu propósito em concorrer à presidência da CASF.
Seja para a gestão de apadrinhados da diretoria do Banco, seja para os seus odiados, qualquer que venha a ser eleito, o Banco não poderá deixar de atender pedido de financiamento pelo FNO, por mero capricho, mas o fará, desde que cumpridas todas es exigências legais, para tal. . Nada mais que isso.
Quanto ao Banco incorporar a CASF, essa é uma possibilidade incongruente para ele (Banco), que de forma açodada e impiedosa, anos atrás, retirou o patrocínio então destinado a CASF, atendendo mera recomendação do TCU às estatais patrocinadoras de planos de saúde dos seus empregados, na contramão do que fizeram outras importantes estatais, certamente sabendo que o TCU não dispõe de poder normativo determinante.
Segundo o Mâncio Limão, Prado teria reivindicado o retorno do patrocínio do Banco à CASF e, se assim foi, o fez ao estertor da sua "morte" à frente da CASF, já que a diretoria da CASF voltaria a ser designada pelo Banco. Segundo consta, junto com o pedido de retomada do patrocínio havia também a oferta do seu nome para continuar presidindo a entidade.
Seria sonhar acordado pensar na hipótese do Basa encampar (leia-se voltar a patrocinar) a CASF. Afinal, nas OPS Patrocinadas, o risco é do Patrocinador. E assim, mesmo os odiados pelo Banco que já se decidiram concorrer a eleição que vem, usando de bom senso em defesa da saúde da categoria, certamente aplaudiriam a iniciativa e absorveriam o "golpe" como o melhor dos caminhos que se poderia imaginar. Isto não acorrerá porque para o Banco de hoje, o empregado não é mais que um chip de baixa qualidade, descartável e de baixo custo, tal como o dos celulares que hoje em dia fazem a alegria do brasileiro.
E o que sabemos é que esse projeto de nova sede é assunto pautado, há bastante tempo, por certo senhor que já lançou a confirmação do seu propósito em concorrer à presidência da CASF.
Seja para a gestão de apadrinhados da diretoria do Banco, seja para os seus odiados, qualquer que venha a ser eleito, o Banco não poderá deixar de atender pedido de financiamento pelo FNO, por mero capricho, mas o fará, desde que cumpridas todas es exigências legais, para tal. . Nada mais que isso.
Quanto ao Banco incorporar a CASF, essa é uma possibilidade incongruente para ele (Banco), que de forma açodada e impiedosa, anos atrás, retirou o patrocínio então destinado a CASF, atendendo mera recomendação do TCU às estatais patrocinadoras de planos de saúde dos seus empregados, na contramão do que fizeram outras importantes estatais, certamente sabendo que o TCU não dispõe de poder normativo determinante.
Segundo o Mâncio Limão, Prado teria reivindicado o retorno do patrocínio do Banco à CASF e, se assim foi, o fez ao estertor da sua "morte" à frente da CASF, já que a diretoria da CASF voltaria a ser designada pelo Banco. Segundo consta, junto com o pedido de retomada do patrocínio havia também a oferta do seu nome para continuar presidindo a entidade.
Seria sonhar acordado pensar na hipótese do Basa encampar (leia-se voltar a patrocinar) a CASF. Afinal, nas OPS Patrocinadas, o risco é do Patrocinador. E assim, mesmo os odiados pelo Banco que já se decidiram concorrer a eleição que vem, usando de bom senso em defesa da saúde da categoria, certamente aplaudiriam a iniciativa e absorveriam o "golpe" como o melhor dos caminhos que se poderia imaginar. Isto não acorrerá porque para o Banco de hoje, o empregado não é mais que um chip de baixa qualidade, descartável e de baixo custo, tal como o dos celulares que hoje em dia fazem a alegria do brasileiro.
