Essa Blue Invest Corretora de Seguros e Beneficios é mais um capítulo a parte na maracutaia que o Presidente da CASF fez para acabar com a CORAMAZON. Na verdade, a AEBA precisa publicar o que realmente sabe sobre isso. E ela sabe tudo, só não sei por que ainda não botou a boca no trombone.
E muita coisa precisa vir à tona. Corre a boca pequena que no CONDEL, só depois de ter comprado a Blue foi que Fiock pediu autorização para criar uma empresa Limitada. E o CONDEL, dominado pela maioria dos seus membros (os vinculados à Diretoria Executiva, a começar pelo Presidente), autorizou a criação da Limitada, sabendo que, àquela altura, já tinha sido comprada uma firma Individual, de gaveta e que pertencia ao ex-diretor técnico da CORAMAZON, tudo de acordo com a “assessoria” de uma advogada que custa quase R$13 mil para a CASF. Quanto pagaram? Isto ainda precisa ser apurado.
O retardamento na divulgação de detalhes sobre o escândalo CORAMAZON só serve para alimentar DÚVIDAS, concordo. Mas não da mais para ninguém ser ingênuo e pensar que a CORAMAZON acabou porque a CASF estaria em dificuldades financeiras. Como, afinal, se desde 2010 ela sapecou, a cada ano, aumentos de 15% nas mensalidades dos planos de saúde? Índice quase 3 vezes maior que a inflação!
De volta ao assunto: Será que ainda resta dúvida de que o Fiock, dublê de Presidente da CASF e Projetista do FNO, portanto sujeito às arrogâncias do Banco, foi obrigado liquidar a Coramazon para tentar matar dois coelhos de uma só cajadada?
Tome nota das vítimas da chacina:
1º - AEBA e AABA, vítimas fatais, que foram sacados da Sociedade porque estavam incomodando o Banco, principalmente por causa dos processos da CAPAF e da força da AEBA na mobilização da categoria sempre que os seus direitos são ameaçados pelo Banco; e
2º - A Sra. Ilegalidade que todo mês passava 50% dos recursos da Coramazon para o Banco, sem amparo legal. Esta vítima, aliás, não morreu. Esquivou-se que nem barata se escondendo fossa sanitária, mas, certamente ainda irá prestar contas das suas artes e seus atentados contra a saúde dos empregados do Banco.
E muita coisa precisa vir à tona. Corre a boca pequena que no CONDEL, só depois de ter comprado a Blue foi que Fiock pediu autorização para criar uma empresa Limitada. E o CONDEL, dominado pela maioria dos seus membros (os vinculados à Diretoria Executiva, a começar pelo Presidente), autorizou a criação da Limitada, sabendo que, àquela altura, já tinha sido comprada uma firma Individual, de gaveta e que pertencia ao ex-diretor técnico da CORAMAZON, tudo de acordo com a “assessoria” de uma advogada que custa quase R$13 mil para a CASF. Quanto pagaram? Isto ainda precisa ser apurado.
O retardamento na divulgação de detalhes sobre o escândalo CORAMAZON só serve para alimentar DÚVIDAS, concordo. Mas não da mais para ninguém ser ingênuo e pensar que a CORAMAZON acabou porque a CASF estaria em dificuldades financeiras. Como, afinal, se desde 2010 ela sapecou, a cada ano, aumentos de 15% nas mensalidades dos planos de saúde? Índice quase 3 vezes maior que a inflação!
De volta ao assunto: Será que ainda resta dúvida de que o Fiock, dublê de Presidente da CASF e Projetista do FNO, portanto sujeito às arrogâncias do Banco, foi obrigado liquidar a Coramazon para tentar matar dois coelhos de uma só cajadada?
Tome nota das vítimas da chacina:
1º - AEBA e AABA, vítimas fatais, que foram sacados da Sociedade porque estavam incomodando o Banco, principalmente por causa dos processos da CAPAF e da força da AEBA na mobilização da categoria sempre que os seus direitos são ameaçados pelo Banco; e
2º - A Sra. Ilegalidade que todo mês passava 50% dos recursos da Coramazon para o Banco, sem amparo legal. Esta vítima, aliás, não morreu. Esquivou-se que nem barata se escondendo fossa sanitária, mas, certamente ainda irá prestar contas das suas artes e seus atentados contra a saúde dos empregados do Banco.
