Colegas,
Parem de maldizer tudo o que acontece a vcs. As coisas nem sempre são o que aparentam ser num primeiro momento. Vejamos que sempre há dois lados após algum acontecimento ocorrido em nossas vidas. Por exemplo:
1. Se nasce um filho que não planejamos (a que ponto chegou a humanidade, né?), logo dizemos: "E agora, como fica? Como vamos aumentar a casa? E as despesas com fraldas, mamadeiras, médico, babá..., como faremo? No final, tudo se arruma e logo dizemos: "Esse filho foi a coisa mais feliz que aconteceu em minha vida!" Não é assim?
2. E quando perdemos o pai ou a mãe, não é assim que dizemos: "Oh! Meu Deus, por que não me levaste no lugar dele(a)?" E logo depois arrematamos: "Melhor assim, ele(a) descansou! Sofreu muito! Obrigado, Senhor, porque tiveste misercórdia com nosso pai/nossa mãe!" E nossa família se une mais, se aproxima mais, comunga mais com Deus, para rezar por aquele(a) que partiu. Não é assim?
3. No caso do Banco, quando fazemos a prova, pedimos a Deus pela nossa aprovação; depois que passamos, agradecemos-Lhe e pedimos que interceda pela nossa convocação logo. Quando convocados, agradecemos-Lhe novamente e lhe pedimos que nos dê uma boa colocação na empresa; e mais e mais...! Não é assim?
Então, senhores, façamos assim: Estamos insatisfeitos com o Banco? Paremos de reclamar, trabalhemos certos de estarmos fazendo o melhor que podemos e rezemos ao Senhor, para que, se tiver jeito, nossa situação melhore; se não, que nos dê forças para estudarmos mais, e peçamos para ser aprovados em novo concursos e, assim, melhorarmos nossa vida outra vez.
Não é isso o certo? Bem, é o que estou fazendo. E lhes garanto: Cada vez me sinto mais feliz!
Pessoalmente, penso que os atuais gestores do Banco não estão nada interessados em melhorar a situação dos empregados como um todo, pois, se tivessem, já teriam implementado uma política de fortalecimento das Agências, com as seguintes medidas:
1. Aumentando o seu quadro de empregados e disponibilizando uma tecnologia mais adequada ao embate com a concorrência;
2. Promovendo uma diminuição responsável dos quadros da Matriz (a "cabeça nunca deveria ser maior do que o corpo", como vemos aqui. Aí estão os pífios resultados para comprová-lo), transferindo alguns dos excelentes colegas que temos`- será que muitos não desejariam tomar essa decisão, se as condições lhes fossem mais favoráveis?) Com certeza, iriam fazer muita diferença por lá (pelas agências);
3. realizando uma avaliação honesta, justa, dos ocupantes de cargos comissionados, objetivando à urgente melhoria de desempenho das unidades que comandam e, em consequência, do Banco como um todo; e
4. Para finalizar, embora muitas outras ações ainda pudéssemos elencar, com certeza,lançando um novo PDV (o último data de 2004), para enxugar a "maquina", satisfazendo a vontade daqueles que efetivamente não desejam mais permanecer na nossa empresa. Seria muito bom para todos, não acham?
É o que penso.
Parem de maldizer tudo o que acontece a vcs. As coisas nem sempre são o que aparentam ser num primeiro momento. Vejamos que sempre há dois lados após algum acontecimento ocorrido em nossas vidas. Por exemplo:
1. Se nasce um filho que não planejamos (a que ponto chegou a humanidade, né?), logo dizemos: "E agora, como fica? Como vamos aumentar a casa? E as despesas com fraldas, mamadeiras, médico, babá..., como faremo? No final, tudo se arruma e logo dizemos: "Esse filho foi a coisa mais feliz que aconteceu em minha vida!" Não é assim?
2. E quando perdemos o pai ou a mãe, não é assim que dizemos: "Oh! Meu Deus, por que não me levaste no lugar dele(a)?" E logo depois arrematamos: "Melhor assim, ele(a) descansou! Sofreu muito! Obrigado, Senhor, porque tiveste misercórdia com nosso pai/nossa mãe!" E nossa família se une mais, se aproxima mais, comunga mais com Deus, para rezar por aquele(a) que partiu. Não é assim?
3. No caso do Banco, quando fazemos a prova, pedimos a Deus pela nossa aprovação; depois que passamos, agradecemos-Lhe e pedimos que interceda pela nossa convocação logo. Quando convocados, agradecemos-Lhe novamente e lhe pedimos que nos dê uma boa colocação na empresa; e mais e mais...! Não é assim?
Então, senhores, façamos assim: Estamos insatisfeitos com o Banco? Paremos de reclamar, trabalhemos certos de estarmos fazendo o melhor que podemos e rezemos ao Senhor, para que, se tiver jeito, nossa situação melhore; se não, que nos dê forças para estudarmos mais, e peçamos para ser aprovados em novo concursos e, assim, melhorarmos nossa vida outra vez.
Não é isso o certo? Bem, é o que estou fazendo. E lhes garanto: Cada vez me sinto mais feliz!
Pessoalmente, penso que os atuais gestores do Banco não estão nada interessados em melhorar a situação dos empregados como um todo, pois, se tivessem, já teriam implementado uma política de fortalecimento das Agências, com as seguintes medidas:
1. Aumentando o seu quadro de empregados e disponibilizando uma tecnologia mais adequada ao embate com a concorrência;
2. Promovendo uma diminuição responsável dos quadros da Matriz (a "cabeça nunca deveria ser maior do que o corpo", como vemos aqui. Aí estão os pífios resultados para comprová-lo), transferindo alguns dos excelentes colegas que temos`- será que muitos não desejariam tomar essa decisão, se as condições lhes fossem mais favoráveis?) Com certeza, iriam fazer muita diferença por lá (pelas agências);
3. realizando uma avaliação honesta, justa, dos ocupantes de cargos comissionados, objetivando à urgente melhoria de desempenho das unidades que comandam e, em consequência, do Banco como um todo; e
4. Para finalizar, embora muitas outras ações ainda pudéssemos elencar, com certeza,lançando um novo PDV (o último data de 2004), para enxugar a "maquina", satisfazendo a vontade daqueles que efetivamente não desejam mais permanecer na nossa empresa. Seria muito bom para todos, não acham?
É o que penso.
