Vamos escolher para administrar nossas entidades quem conhece e quem realmente trabalha, chega de aposentados que estão anos fora do mercado de trabalho, que só trabalhou no Banco e ainda no tempo da ditadura. Chega de pose e da cultura de gabinetes suntuosos. A eleição da CASF se aproxima, formem chapa que tenham pessoas com visão, embasamento técnico na área da saúde, que conheça as regra do negócio e da administração moderna. A cultura de gabinete só existe em instituição do governo e nas entidades ultrapassadas. Nas empresas modernas, os diretores não tem pose de rei e não vivem trancafiados em gabinetes, são pessoas populares dentro da instituição, conhece cada um de seus colaboradores e todos tem liberdade para dar sugestão, sem distinção de função.
A CASF é uma empresa fechada, ou seja, não pode vender plano de saúde no mercado, isso limita sua receita às mensalidades dos funcionários e aposentados do Banco da Amazônia, que a cada ano vem perdendo seu poder aquisitivo. Buscar outra fonte de recurso, através da criação de empresa que explore outra atividade que seja lucrativa, como no caso dos seguros do Banco, pode ser uma excelente alternativa, mas desde que coloque administradores competentes. A Coramazon poderia ter gerado mais receita para CASF, mesmo com esse tal convênio com o Banco, se fosse melhor administrada, mas prevalecia da cultura de gabinete. Cadê os suntuosos gabinetes? Parece-me que não estão fazendo falta.
A CASF é uma empresa fechada, ou seja, não pode vender plano de saúde no mercado, isso limita sua receita às mensalidades dos funcionários e aposentados do Banco da Amazônia, que a cada ano vem perdendo seu poder aquisitivo. Buscar outra fonte de recurso, através da criação de empresa que explore outra atividade que seja lucrativa, como no caso dos seguros do Banco, pode ser uma excelente alternativa, mas desde que coloque administradores competentes. A Coramazon poderia ter gerado mais receita para CASF, mesmo com esse tal convênio com o Banco, se fosse melhor administrada, mas prevalecia da cultura de gabinete. Cadê os suntuosos gabinetes? Parece-me que não estão fazendo falta.
