Colegas, temos lido e relido, diariamente, neste nosso valioso espaço, opiniões as mais diversas - coerentes ou não, agressivas ou não, críticas de cunho estritamente pessoal ou não -, o importante é que vamos sabendo e discutindo assuntos que, de outro modo, nunca ficaríamos sabendo, sequer discutindo. O ideal, porém, é sermos pontuais naquilo que verdadeiramente queremos para nós, coletivamente falando. Claro que, havendo algum fato que esteja ocorrendo em prejuízo de alguém, que, sozinho, não reúna condições de resolver a situação, sempre deveremos estar juntos para opinar/ajudar naquilo que for possível. Não sou e nem pretendo ser o "dono da verdade", mas entendo que, para sermos bem sucedidos, precisamos ser, acima de tudo, proativos e coerentes - e justos, sobretudo - nas nossas atitudes e iniciativas. Vamos ao foco: A AEBA representa seus associados da ATIVA e tem todo um mandato de 3 anos para desenvolver sua plataforma de trabalhos. Minha sugestão: Que a AEBA seja sempre proativa, buscando levantar subsídios que nos auxiliem na solução dos problemas que muito nos atormentam no nosso dia a dia, como por exemplo: 1. CASF: Sua importância é inquestionável, todos concordamos, não é mesmo? Então, por que não sentarmos à mesma mesa, junto com seus dirigentes, também nossos colegas de Banco? Com isso - penso -, teremos condições de evitar que situações cheguem ao status de solução apenas sob a via do aumento das mensalidades, da imposição de cotas extras, a todos nós já extenuantes e insuportáveis. É por isso que todos gritamos, porque já não temos margem em nossa FIP. No meu caso, vejam só, para um bruto de pouco mais que R$ 6.500,00, desconto R$ 1.600,00, que, somados a R$ 670,00 (CAPAF) e R$ 458,00 (INSS), perfazem um total de R$ 2.728,00, ou 42% de minha FIP. É ou não um drama? Que a AEBA busque essa aproximação de modo mais aberto, mais transparente, mais assíduo, propondo discussões por meio formal. Caso não seja atendida, comunique-nos, para que fiquemos sabendo que pelo menos se tentou. E, assim, a categoria então seja chamada à "luta" contra os abusos e desarranjos que estejam ocorrendo ou em vias de ocorrer. Aí estaremos unidos, verdadeiramente. 2. A CAPAF: Também um questão importantíssima a todos, mas um caso à parte, específico, todos o sabemos. Mas é uma "luta" em curso, que nunca poderemos abandonar. Todos os responsáveis pelo caos que ali se instalou deverão pagar pelos seus erros. E nós, associados, teremos de ser ressarcidos pelos prejuízos que estamos sofrendo. Isso, sim, é o que todos queremos que aconteça. Nada de "arranjos" para se livrarem de suas responsabilidades, em detrimento de nossos mais justos direitos. Essa é uma "luta" da qual nenhum de nós deve se afastar. E o Banco, já ressarciu os R$ 1,5 bilhão ordenados pela Justiça do Maranhão, pela luta do SEEB-MA? 3. CORAMAZON: É uma questão ainda passível de reversão, tenho quase certeza. E tem mais, está na ordem do dia apenas da Diretoria do Banco, insatisfeita por conta da ação do MP, provocada muito justamente pela AEBA. Chega de sacanagem conosco! R$ 650 mil pela festa(?) dos melhores (?) da Amazônia em 2012? É brincadeira! Por que não reverteram à saúde da CASF? 4. LATERALIDADE/15 MINUTOS: AEBA, como está isso ái? Gente, paro por aqui, para não cansar ninguém.
