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POBRE BASA: Um banco fadado ao fracasso POBRE BASA: Um banco fadado ao fracasso enviado em 31/12/2013 as 02:00
Causa arrepio admitir que a faustosa Amazônia, cobiça das grandes potências mundiais, tem no seu patrimônio histórico um Banco de desenvolvimento fadado ao fracasso, graças a coleção de erros contumazes, praticados por seus gestores ou por prepostos que impõesm como gestores nas suas entidades satélites ou tidas como tal.

Foi assim, sob a égide da incompetência, as vezes inconsciente, que se deu a criação da CAPAF, em 1961, o plano de previdência complementar que instituiu e no qual, em 1969, inscreveu compulsoriamente todos os seus empregados, vinculando o plano ao contrato de trabalho de cada um, o que em 2012 levou o Banco a uma condenação judicial já transitada em julgado no Supremo Tribunal Federal e que se encontra em fase final de cumprimento, pela qual terá que cobrir o déficit técnico do plano, acumulado em cerca de 30 anos, no astronômico montante de R$1,5 bilhões, mais da metade do capital social do Banco.

É parte também dessa sucessão de erros a criação da CASF, seguida da retirada de patrocínio que deixou os seus empregados à própria sorte quanto aos custos com a manutenção da saúde, situação aliviada tão somente pela concessão se mísero subsídio mensal a cada empregado que, para escaparem do SUS, são obrigados a sair da CASF para ingressar em planos de baixa ou fantasiosa categoria.

Agora, não bastasse, por disfarçadas vias, o Banco impõe a liquidação da CORAMAZON, graças ao leonino convênio de “parceria” que mantém com a mesma, desgraçada ferramenta que impiedosamente coroe os dividendos devidos a AEBA, AABA e à própria CASF, acionistas da Corretora, locupletando-se de quase a totalidade dos lucros da Entidade, auferidos em um seguimento dos mais rentáveis em qualquer economia mundo a fora, expediente pelo qual busca suprir a sua incapacidade de gerar receita própria para a sustentação das suas ações de marketing promocional, inclusive o desenvolvido em meio aos seus empregados (endomarketing).

Pobre BASA! Pobres dos seus empregados, vítimas da insensatez de muitos dos dirigentes passados e dos atuais, cada vem mais descompromissados com a sobrevivência do banco de desenvolvimento do maior e mais cobiçado ecossistema natural do planeta.

Do jeito que as coisas estão acontecendo, nem sal grosso nos salvará do pior.
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