Há 53 dias em greve, funcionários do Basa aguardam apresentação de propostas: nova audiência acontece nesta sexta
Há mais de 53 dias em greve, os funcionários do Banco da Amazônia reivindicam melhores condições de trabalhos. Célio Mascarenhas vice -presidente do Sindicato dos Bancários do Tocantins afirmou ao Site Roberta Tum que a diretoria geral do Banco não aceitou as reivindicações apresentadas pelos funcionários. Ainda segundo Mascarenhas, em uma audiência a diretoria geral apresentará novas propostas propondo o a fim da paralisação. Daí, os bancários analisarão e decidirão se continuam ou não com a greve.
Redação
Sherlyton Ribeiro
Funcionários durante a última greve do Basa
Funcionários do Banco da Amazônia estão em greve há 53 dias. Segundo informações passadas ao Site Roberta Tum pelo vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Tocantins, Célio Mascarenhas, a diretoria geral do Banco não aceitou as reivindicações impostas pelos funcionários, e por isso os bancários continuam a greve.
Segundo Mascarenhas, a paralisação tem causado desconforto para os bancários e principalmente para os clientes que estão sem receber assistência. “ A paralisação tem prejudicado muito os clientes do Banco, mas o objetivo da greve não é prejudicar ninguém e os bancários estão esperançosos que as solicitações sejam aceitas o mais rápido possível para que todos possam retornar suas atividades”, informou o vice-presidente.
Conforme Mascarenhas, os funcionários reivindicam, dentre outras coisas, melhores condições de trabalho, valorização profissional, plano de saúde e estrutura tecnológica avançada. “Os bancários do Banco da Amazônia do Estado e de todo o Brasil estavam trabalhando sem nenhuma estrutura nas unidades. Eles não são valorizados, e por isso seguem com a greve”, afirmou.
Audiência discutirá solução
Conforme as informações, nesta sexta-feira, 18, será realizada em Brasília uma audiência geral onde a diretoria geral do Basa apresentará novas propostas para os bancários a fim de finalizar a paralisação. Após a apresentação das propostas, Mascarenhas afirmou que já está marcada para as 19h da sexta uma reunião com todos os bancários do Estado para analisar e discutir o andamento da greve.
“Vamos analisar junto com todos os bancários as novas propostas apresentadas pela Diretoria Geral, e só depois dessa análise podemos falar como seguirá a greve”, afirmou Mascarenhas que também pontuou que se caso as propostas não forem compatíveis com as exigências expostas pelos grevistas, uma assembléia será realizada para decidir se a greve continua.
Como informou o vice-presidente, nas 16 unidades espalhadas pelo Estado existem 350 funcionários que permanecem em greve.
Há mais de 53 dias em greve, os funcionários do Banco da Amazônia reivindicam melhores condições de trabalhos. Célio Mascarenhas vice -presidente do Sindicato dos Bancários do Tocantins afirmou ao Site Roberta Tum que a diretoria geral do Banco não aceitou as reivindicações apresentadas pelos funcionários. Ainda segundo Mascarenhas, em uma audiência a diretoria geral apresentará novas propostas propondo o a fim da paralisação. Daí, os bancários analisarão e decidirão se continuam ou não com a greve.
Redação
Sherlyton Ribeiro
Funcionários durante a última greve do Basa
Funcionários do Banco da Amazônia estão em greve há 53 dias. Segundo informações passadas ao Site Roberta Tum pelo vice-presidente do Sindicato dos Bancários do Tocantins, Célio Mascarenhas, a diretoria geral do Banco não aceitou as reivindicações impostas pelos funcionários, e por isso os bancários continuam a greve.
Segundo Mascarenhas, a paralisação tem causado desconforto para os bancários e principalmente para os clientes que estão sem receber assistência. “ A paralisação tem prejudicado muito os clientes do Banco, mas o objetivo da greve não é prejudicar ninguém e os bancários estão esperançosos que as solicitações sejam aceitas o mais rápido possível para que todos possam retornar suas atividades”, informou o vice-presidente.
Conforme Mascarenhas, os funcionários reivindicam, dentre outras coisas, melhores condições de trabalho, valorização profissional, plano de saúde e estrutura tecnológica avançada. “Os bancários do Banco da Amazônia do Estado e de todo o Brasil estavam trabalhando sem nenhuma estrutura nas unidades. Eles não são valorizados, e por isso seguem com a greve”, afirmou.
Audiência discutirá solução
Conforme as informações, nesta sexta-feira, 18, será realizada em Brasília uma audiência geral onde a diretoria geral do Basa apresentará novas propostas para os bancários a fim de finalizar a paralisação. Após a apresentação das propostas, Mascarenhas afirmou que já está marcada para as 19h da sexta uma reunião com todos os bancários do Estado para analisar e discutir o andamento da greve.
“Vamos analisar junto com todos os bancários as novas propostas apresentadas pela Diretoria Geral, e só depois dessa análise podemos falar como seguirá a greve”, afirmou Mascarenhas que também pontuou que se caso as propostas não forem compatíveis com as exigências expostas pelos grevistas, uma assembléia será realizada para decidir se a greve continua.
Como informou o vice-presidente, nas 16 unidades espalhadas pelo Estado existem 350 funcionários que permanecem em greve.
