Todos reclamam, todos encontram defeitos, todos reivindicam alguma coisa, estão todos querendo mais, não importa como, mas ninguém se preocupa em encontrar ou sugerir soluções para tirar este moribundo banco da situação decadente em que se encontra. Não se vê ninguém pugnar pela eficiência da instituição, todos só sabem pedir, pedir, reivindicar. Todos os outros bancos tem rentabilidade melhor do que a nossa e ninguém se pergunta como eles alcançaram essa rentabilidade, a qual o Basa não consegue alcançar. Ora, para se alcançar uma melhor rentabilidade é necessário trabalhar eficientemente, reduzir custos e uma das maneiras de se reduzir custos é enxugar o quadro de funcionários, mas redução de quadro é como se estivesse falando em sentença de morte para sindicato e AEBA, não querem nem ouvir falar. Aqui na matriz, por exemplo, tem mais gente do que serviço, o banco não pode continuar sustentando essa matriz do jeito que está se quiser sair da situação de letargia econômico-financeira em que se encontra. A diretoria do banco não tem coragem de implementar as mudanças que se fazem necessárias para tornar o banco mais rentável, alcançando o nível das outras instituições financeiras. E assim o Banco da Amazônia continua caminhando, tendo como comissão de frente sua inchada, pesada, burocrática, obsoleta e ineficiente matriz, que é a sua mais completa tradução, rumo a inviabilidade econômica-financeira e consequentemente à incorporação.
