Meio atônito, comecei a ler a mensagem da Maria.
Estava quase contagiado, não pelas palavras de ordem da "Maria", em torno do atingimento de metas até o final do ano, mas pelo entusiasmo com que ela pregava a união para que, enfim, tenhamos a PLR/2013.
Já ao apagar das luzes, descobri que estava lendo um texto de autoria de Valmir. E no texto as artimanhas de alguém que sabe, mais que ninguém,que as metas do Banco, como sempre e historicamente floram projetadas sem uma base de referência compatível com o perfil da demanda e a incapacidade do força de trabalho (quantitativa e qualificação) instalada no Banco para responder o desafio e a própria disponibilidade de recursos alocados pelo Governo no FNO.
Agora, num pós greve, Valmir afirma que temos apenas quarenta dias para fechar as metas de 2013. Insinua, ardilosamente que as metas, se não atingidas, AZAR o nosso e CULPA dos grevistas. Isenta-se, desde já quanto a CULPA que ele, seus pares de Diretoria e seus Poderosos Chefões em Brasília tiveram no alongamento da greve - ou se finge de morte, esquecido que, segundo o jargão popular, NÃO BRIGAM DOIS, QUANDO UM NÃO QUER.
Valmir sabe que para deferir em torno de R$ 1,5 Bilhão, no "passo de cágado" que caracteriza a burocracia do Banco na concessão do FNO, nem em quarenta, nem em setenta e quatro dias (aí computados os dias de greve/2013)seria viável esperar o fechamento das metas de 2013. E tudo porque são fixadas sem o devido comprometimento com a realidade, como já dissemos linhas acima.
E então, Valmir!
Você não acha que brincadeirinha de mau gosto não é um bom traço para quem, afinal, foi bafejado pela sorte para dirigir um Banco do tanho da Amazônia ????
Estava quase contagiado, não pelas palavras de ordem da "Maria", em torno do atingimento de metas até o final do ano, mas pelo entusiasmo com que ela pregava a união para que, enfim, tenhamos a PLR/2013.
Já ao apagar das luzes, descobri que estava lendo um texto de autoria de Valmir. E no texto as artimanhas de alguém que sabe, mais que ninguém,que as metas do Banco, como sempre e historicamente floram projetadas sem uma base de referência compatível com o perfil da demanda e a incapacidade do força de trabalho (quantitativa e qualificação) instalada no Banco para responder o desafio e a própria disponibilidade de recursos alocados pelo Governo no FNO.
Agora, num pós greve, Valmir afirma que temos apenas quarenta dias para fechar as metas de 2013. Insinua, ardilosamente que as metas, se não atingidas, AZAR o nosso e CULPA dos grevistas. Isenta-se, desde já quanto a CULPA que ele, seus pares de Diretoria e seus Poderosos Chefões em Brasília tiveram no alongamento da greve - ou se finge de morte, esquecido que, segundo o jargão popular, NÃO BRIGAM DOIS, QUANDO UM NÃO QUER.
Valmir sabe que para deferir em torno de R$ 1,5 Bilhão, no "passo de cágado" que caracteriza a burocracia do Banco na concessão do FNO, nem em quarenta, nem em setenta e quatro dias (aí computados os dias de greve/2013)seria viável esperar o fechamento das metas de 2013. E tudo porque são fixadas sem o devido comprometimento com a realidade, como já dissemos linhas acima.
E então, Valmir!
Você não acha que brincadeirinha de mau gosto não é um bom traço para quem, afinal, foi bafejado pela sorte para dirigir um Banco do tanho da Amazônia ????
