História

     

AEBA: 39 anos defendendo pessoas, fortalecendo o Banco e acreditando na Amazônia.     

     A Associação dos Empregados do Banco da Amazônia – AEBA tem 39 anos de existência e muita história para contar. Sua vida é marcada por lutas em prol da categoria, tanto por melhores condições de saúde, trabalho e vida para os empregados, quanto pelo fortalecimento do Banco da Amazônia, e, também, pela defesa dos interesses em prol do desenvolvimento da Região Amazônica. Em seu currículo acumula inúmeras vitórias para os trabalhadores, principalmente durante as campanhas salariais. A AEBA foi fundada em Assembleia Geral no dia 2 de fevereiro de 1987. A intenção era construir uma instituição nos moldes das associações já existentes dos outros Bancos Públicos. Assim nasceu a Associação, uma entidade representativa não só dos interesses do funcionalismo, mas que se mantém alerta para defender o próprio Banco. Avaliando o contexto histórico de sua criação, apontamos o anterior à sua fundação, em 1986, escândalos por desvio de recursos ocorreram no Banco. Aliás, naquele momento, a instituição passava por uma administração inescrupulosa, situação que justificou a criação da Associação.

      A unificação de discursos e estratégias através das reuniões e encontros, são os mecanismos usados pela entidade para definir sua atuação, sempre alinhada com as reais necessidades do trabalhador do Banco da Amazônia. Os impasses são muitos, porém a AEBA agrega tempestividade e vigor em suas lutas. A Associação é vigilante e atuante no debate sobre a instituição Banco da Amazônia, suas responsabilidades como fomentador do desenvolvimento da região amazônica e, principalmente, seu comprometimento com seus empregados, o verdadeiro combustível que move esta instituição. Todos os anos a AEBA realiza com sua Diretoria Plena o Planejamento Anual Estratégico-PAE, que possibilita aos representantes uma discussão qualificada para deliberar sobre as questões mais latentes que pautarão a atuação da Associação.

AEBA: 39 anos de luta, representação e compromisso com a Amazônia e com os amazônidas

     A Associação dos Empregados do Banco da Amazônia – AEBA completa 39 anos reafirmando seu papel como entidade representativa essencial para os trabalhadores e para o fortalecimento do Banco da Amazônia.

      Criada em Assembleia Geral no dia 2 de fevereiro de 1987, a AEBA nasce em um contexto de profundas dificuldades institucionais vividas pelo Banco no ano anterior, quando denúncias de desvios de recursos e práticas administrativas inadequadas evidenciaram a necessidade de uma organização forte e independente dos empregados.

     Desde então, a Associação construiu uma trajetória marcada por conquistas, especialmente nas campanhas salariais, pela defesa permanente de melhores condições de trabalho, saúde e qualidade de vida, e por uma atuação vigilante em relação ao papel do Banco da Amazônia como agente de desenvolvimento regional.

      O Planejamento Anual Estratégico (PAE), realizado com a Diretoria Plena, é um dos instrumentos que garantem uma atuação organizada, transparente e alinhada às demandas mais urgentes da categoria.

     Aos 39 anos, a AEBA inicia um novo ciclo com a criação das Diretorias de Gênero e Diversidade e de Saúde e Bem-Estar, ampliando seu olhar para uma atuação mais inclusiva, humana e comprometida com o cuidado integral dos trabalhadores.

AEBA e seu protagonismo nas Articulações Políticas relacionadas ao universo do Banco da Amazônia

     A AEBA atua permanentemente subsidiando os sindicatos de bancários de todo o país com estudos e pareceres seguros sobre as demandas do BASA e de seus empregados, na produção de notas técnicas e à frente de audiências pública na Câmara Federal. A exemplo das lutas mais recentes travadas pela           Associação, a AEBA teve atuação firme e decisiva na recente luta contra a Medida Provisória nº 1052, que representava uma ameaça concreta aos direitos dos trabalhadores do Banco da Amazônia e ao próprio papel estratégico do Banco como instituição pública de desenvolvimento regional. A MP 1052 versava sobre mudanças na estrutura e no funcionamento das empresas públicas, abrindo margem para fragilizações institucionais, perda de direitos trabalhistas, precarização das relações de trabalho e riscos à função social do Banco da Amazônia. Atenta a esse cenário, a AEBA mobilizou-se de forma intensa e responsável, promovendo articulações políticas, dialogando com parlamentares, produzindo notas técnicas, informativos e orientações à categoria, além de fortalecer a mobilização dos empregados. Essa atuação demonstrou, mais uma vez, o compromisso histórico da Associação em defender não apenas os direitos do funcionalismo, mas também a integridade do Banco da Amazônia enquanto instrumento fundamental para o desenvolvimento da Região Amazônica.

      A AEBA também teve papel central e combativo na recente luta em defesa dos trabalhadores do Quadro de Apoio (Q.A.) do Banco da Amazônia, diante da intenção do Banco de promover demissões imotivadas desses trabalhadores, medida que gerou profunda insegurança, apreensão e sentimento de injustiça entre os empregados. A proposta representava não apenas a ruptura abrupta de vínculos construídos ao longo de anos de dedicação, mas também um grave precedente de precarização das relações de trabalho no âmbito de uma instituição pública. Diante desse cenário, a AEBA atuou de forma incansável, mobilizando a categoria, promovendo debates, dialogando com instâncias institucionais e políticas, além de buscar amparo no Judiciário para barrar os efeitos mais prejudiciais da medida. A atuação jurídica da Associação foi decisiva para garantir um desfecho mais justo, resultando em conquistas importantes na Justiça, que asseguraram condições mais favoráveis aos trabalhadores do Q.A. em seu desligamento, preservando direitos, ampliando garantias e reafirmando o compromisso histórico da AEBA com a dignidade, o respeito e a valorização de quem constrói diariamente o Banco da Amazônia.